Processo de sucessão familiar


Os pequenos negócios segundo o SEBRAE correspondiam em 2011 à 27% do PIB do país. Portanto boa parte do que movimenta a economia brasileira vem das pequenas empresas, que geralmente são geridas por uma família certo? Em 2019 a Arbitrium iniciou atividades focadas em gestão para pequenos empreendimentos e um dos assuntos mais geridos é a sucessão familiar.

Seu João construiu sua fábrica de chocolates que está há 27 anos no mercado, agora sua filha Kathy irá assumir a gestão integral da empresa. Em certo momento as coisas desandam, as formas de gestão são muito distintas e acaba tudo permanecendo igual. Soa familiar? É a realidade de inúmeras empresas.

Na percepção de nossos especialistas um negócio familiar por vezes prospera de forma memorável por ser a essência do dono, aquele contato direto com tudo o tempo todo, mas na hora da sucessão os modelos de gestão conflitam. Da mesma forma que a presença do “olho do dono” fez com que o sucesso do negócio permanecesse os efeitos mais comuns é de estagnação em certo ponto justamente pela não estruturação para o processo de sucessão.

Todo o tipo de processo ou negócio deve ser estruturado pensando no além, no longo prazo, na ausência do gestor. Empresas que executam desta forma tendem a ter um crescimento mais acelerado e saudável.


Conta pra gente como é aí na sua empresa? CLIQUE AQUI E FALE COM UM ESPECIALISTA



Referências:

SEBRAE. Micro e pequenas empresas geram 27% do PIB do Brasil. 2011. Disponível em: https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/ufs/mt/noticias/micro-e-pequenas-empresas-geram-27-do-pib-do-brasil,ad0fc70646467410VgnVCM2000003c74010aRCRD#:~:text=Bras%C3%ADlia%20%2D%20Os%20pequenos%20neg%C3%B3cios%20respondem,presidente%20do%20Sebrae%2C%20Luiz%20Barretto.. Acesso em: 15 set. 2020.

4 visualizações0 comentário

Posts recentes

Ver tudo